E se a culpa for minha?

Uma das lições mais difíceis de aprender é com certeza  a responsabilidade. Refiro-me a capacidade que adquirimos de não culpar as circunstancias ou pessoas pelo que nos acontece. Com certeza este é um comportamento que mais nos prejudica para um crescimento emocional e espiritual. 
Aprendi com duras custas que até mesmo quando sofremos conseqüências decorrentes de decisões alheias,
somos ainda responsáveis pelo que iremos fazer com nossas atitudes e sentimentos. Nós é que somos responsáveis de permitir que sentimentos e decisões negativas entrem em ação.
Culpar os outros ou a vida pelos nossos fracassos, ou nossa situação atual não é, com certeza, a melhor opção. Nós temos o poder de mudar nosso foco, de escolher uma melhor solução e isso é uma dádiva entregue pelo Eterno. 
Ficar suprindo sentimentos de derrota e amargura só irá nos acalentar o Ego e dar a falsa sensação de: “ não tenho culpa”! 
Mas, e se a culpa for minha? Exatamente, eu não preciso ficar lamentando, eu ainda posso dar a volta por cima e resolver trilhar um novo caminho, e isso é minha inteira responsabilidade, já não posso culpar a ninguém.
Convido você fazer  um pequeno exercício:
 Olhe pra sua situação agora, veja que resultados tem obtido, faça isso com as lentes da sua inteira responsabilidade, de olhos fechados pergunte-se:
  • Que sentimentos em relação a isso eu venho suprindo? São limitantes ou expansivos?
  • Qual o enfoque que venho pontuando? São negativos ou positivos?
  • Onde esta meu foco de solução? No que aconteceu ou no que eu posso mudar?
  • Aponte algumas soluções (saídas) e pergunte-se: Que devo fazer pra mudar?
  • Depois abra os olhos respire fundo e diga em voz alta: “Eu vou mudar isso agora”

Com certeza você entrará em pleno estado de energia positiva e potencialização!
A transformação ocorre em nós quando olhamos nossa realidade com uma perspectiva diferente, e quando isso muda o nosso olhar, a nossa realidade também se transforma!
Pense nisso e comente se isso te ajudou de alguma forma.
Nadir E. Heinrich

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